5W2H – SAIBA O QUE É E COMO USAR

Hoje vamos falar sobre uma matriz de trabalho muito útil que chama 5W2H. Ela pode ser usada de diversas formas. Aqui vamos usar para elaborar o rascunho do seu projeto. Funciona para lembrar os itens mais importantes que serão construidos no passo a passo.

Após decidir que vai mesmo realizar um projeto, deve começar o rascunho. Você vai responder a perguntas básicas do que quer em seu projeto. Não se apegue a um foco único ou a certezas. Este é só o primeiro passo, durante todo o processo mais e mais esclarecimentos, fatos, dados e outras informações irão te ajudar a “lapidar” o processo até o projeto final.

Você então utilizará o método 5W2H. Você já tinha ouvido falar nele? Continuar lendo

REDES SOCIAIS – DICAS DE COMO USAR

redes-sociaisNão vou te dar dicas de como usar as redes sociais de qualquer jeito e para qualquer ação. O foco será na utilização das redes sociais para divulgação de projetos e eventos. Isso mesmo. Muita gente usa de forma equivocada. Ao invés de atrair pessoas para acompanhar, ser fã, compartilhar e outras ações bacanas, eles chateiam tanto as pessoas com milhares de posts que acabam sendo bloqueados.

Pois é, não é um caminho fácil. Mas não é difícil, a princípio é de graça e gera contatos muito mais permanentes. Vamos às dicas para suas redes sociais. Continuar lendo

WEBNARIO GRATUITO TODO MÊS

webnarioVocê poderá participar todo mês de um WEBNARIO gratuito. Eles acontecerão mediante inscrição antecipada mas serão livres à quem quiser participar.

No primeiro Webnário o tema a ser discutido é LEIS DE INCENTIVO E EDITAIS. Neste evento serão abordados todos os tipos de editais e leis, em todo o país para as diversas áreas em que trabalhamos. Cultura, turismo, esporte, social e outras. Continuar lendo

CRESCER E SER ALÉM DE UMA SALSICHA

crescerVocê deve crescer e ser além de uma salsicha, de uma simples salsicha. Esta é uma afirmação que faço na minha palestra “O que você quer ser quando crescer além de salsicha?”. Esta é uma brincadeira relativa a um comercial dos anos 70. Na cena, dois porquinhos conversam sobre seus sonhos. Com a certeza de que de uma forma ou de outra vão virar salsicha. Um faz esta pergunta e o outro prontamente responde “salsichas da marca X”. Esta historinha no fundo mostra que mesmo que você já tenha decidido ser, ou ter, isto ou aquilo é necessário definir os detalhes.

Os bons projetos devem ter qualidade, originalidade, uma boa justificativa da sua necessidade, consistência e coerência nolvadex tablets online. Mas principalmente devem estar de acordo com a expertise e ideação do idealizador. Relativo com o tipo de salsicha que ele escolheu ser.  Continuar lendo

FEIRAS DE NEGÓCIOS – 05 DICAS

"FEIRA DE NEGOCIOS"As feiras de negócios, ou comerciais, são ações de mercado com o objetivo de promover uma idéia, criar intercâmbio, aumentar carteira de clientes ou vender.

As feiras podem ser divididas ou identificas por:

– Localização: nacional, regional, estadual, internacional

– Seguimento de atividade

– Função: apresentar novos produtos, agregar conhecimento, vender, relacionamento com clientes.

As feiras podem acontecer uma única vez ou ter edições anuais ou bienais. Acontecem: Continuar lendo

CAPTAÇÃO DE RECURSOS PARA SUA ONG

Captação de recursos

Há diversas formas de captação de recursos que podem ser utilizadas por sua ONG: venda de produtos, organização de eventos, produção de materiais,  contratos de prestação de serviços, entre outras opções. Além dessas formas que integram a atividade habitual da entidade, sua ONG pode valer-se das doações dedutíveis do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, patrocínios, subvenções e auxílios etc.

Por ser frequente, porém, autilização de uma forma de captação de recursos por outra, não raro, entidades do Terceiro Setor firmam contratos de parceria inserindo cláusula específica informando a doação de determinado valor em contrapartida à realização de um serviço, de um evento ou de uma atividade, o Terceiro Setor Online compilou informações essenciais para orientá-lo a captar recursos para sua ONG e desenvolver uma campanha de captação de recursos eficaz.

Salientamos, porém, que esta prática do uso de uma forma de captação de recuros por outra, além de deixar sua ONG à margem da lei, assim como a pessoa física ou empresa contratante,  enfraquecendo a marca e a credibilidade de ambas, pode gerar problemas e insegurança jurídica, bem como dificuldades para desenvolver estratégias sustentáveis de desenvolvimento e captação de recursos.

Doação

A doação é um contrato em que uma pessoa, por liberalidade, transfere do seu patrimônio bens ou vantagens para outras, conforme dispõe o artigo 538 Código Civil. Este contrato é:

 unilateral: envolve prestação de apenas uma parte (doador);

• Gratuito: tem como propósito uma liberalidade;

 Consensual: é aperfeiçoado com a união da vontade do doador e do donatário;

• Solene: por imposição legal, deve ser realizado de forma escrita, mediante escritura pública ou contrato particular, conforme dispõe o artigo 541 do Código Civil.

A doação pode ser:

(a) pura, consistindo em mero benefício do donatário, sem qualquer contrapartida;

(b) remuneratória: feita com o propósito de pagar um serviço prestado pelo donatário, que não o exigiu;

(c) com encargo: impondo-se ao donatário uma contraprestação que ele deve cumprir e da qual resulta uma vantagem para o doador ou para um terceiro.

Nos dois últimos casos, a doação não perde o caráter de liberalidade, no excedente ao valor dos serviços remunerados ou do encargo imposto, conforme dispõe o artigo 540 do Código Civil. Dessa forma, o valor que exceder o serviço prestado ou o montante do encargo, constitui liberalidade.

Na doação com encargo, na forma do artigo 553 do Código Civil, quando ocorre o inadimplemento do encargo por parte do beneficiário, o doador pode revogar a liberalidade.

Restrições à liberdade de doar

 A doação é ato voluntário, mas a lei estabelece restrição à liberdade de doar, consignando que é nula a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador, bem como a doação quanto à parte que exceder à de que o doador, no momento da liberalidade, poderia dispor em testamento.

Revogação da doação

A doação pode ser revogada, na forma do artigo 556 do Código Civil, por descumprimento do encargo ou por ingratidão do donatário, cujas causas estão previstas no artigo 557:

 se o donatário atentou contra a vida do doador ou cometeu crime de homicídio doloso contra ele;

 se cometeu contra ele ofensa física;

• se o injuriou gravemente ou o caluniou;

 se, podendo ministrá-los, recusou ao doador os alimentos de que este necessitava.

A revogação também pode ocorrer quando o ofendido for o cônjuge, ascendente, descendente, ainda que adotivo, ou irmão do doador.

Ademais, a revogação por qualquer desses motivos deverá ser pleiteada dentro de um ano, a contar de quando chegue a conhecimento do doador o fato que a autorizar, e de ter sido o donatário o seu autor, na forma do artigo 559 do Código Civil.

Todavia, não se revogam por ingratidão as doações:

         puramente remuneratórias;

         as oneradas com encargo já cumprido;

         as que se fizerem em cumprimento de obrigação natural

Neste caso, a revogação não pode prejudicar os direitos adquiridos por terceiros e também não obriga o donatário a restituir os frutos percebidos antes da citação válida; mas sujeita-o a pagar os posteriores e, quando não possa restituir em espécie as coisas doadas, a indenizá-la pelo meio-termo do seu valor, na forma do artigo 563 do Código Civil.

Reversibilidade dos bens

 Na forma do artigo 547 do Código Civil, o doador pode estipular que os bens doados voltem ao seu patrimônio, se sobrevier ao donatário. Todavia, esta cláusula não prevalece em favor de terceiro.

Uso indevido da doação

 É frequente o uso de contratos de doação que não tem propriamente esta natureza. Não raras vezes, as associações e fundações utilizam-se erroneamente desta forma de contratação.

Muitas entidades do Terceiro Setor tratam como doações as relações com naturezas jurídicas diversas. Porém, essas relações cotidianas não têm em sua essência a mera liberalidade na transferência de bens ou vantagens.

Ao não dar a característica jurídica adequada ao negócio celebrado, o ato passará a ter sua validade questionável, prejudicando a exigibilidade da prestação na hipótese de não cumprimento do contrato. Assim sendo, é de fundamental importância que haja clara identificação da natureza jurídica do negócio celebrado, ficando claro também o momento da extinção do vínculo entre as partes.

Acordada a doação, recomenda-se a elaboração de um contrato, observando-se alguns elementos essenciais, são eles: a) o tipo de doação, se pura e simples ou com encargos (existência de contrapartidas); b) especificação e quantificação dos recursos financeiros, bens ou serviços; c) normas sobre a manutenção e destinação dos recursos financeiros ou bens; d) previsão das hipóteses para revogação da doação, quando com encargos e da reversão ou não dos bens; e) a vinculação da verba para projetos específicos ou a permissão da livre disposição dos valores recebidos; f) modo de avaliação dos resultados da aplicação dos recursos ou bens; g) uso da marca e do nome dos envolvidos; h) prazos.

Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação

 O ITCMD – Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – incide sobre a transmissão de qualquer bem ou direito havido por doação, sendo responsável pelo recolhimento o beneficiado pela doação.

Todavia, observados os requisitos da lei, que é de competência dos estados, podem as associações e fundações requerer a isenção.

 

Patrocínio

Patrocínio é a transferência gratuita, a pessoa física ou jurídica de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, de recursos financeiros para a realização de projetos culturais, com finalidade de publicidade; bem como a cobertura de gastos ou utilização de bens móveis ou imóveis, do patrimônio do patrocinador, sem transferência de domínio, para a realização de projetos culturais, por pessoa física ou jurídica, de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos.

O patrocínio é uma modalidade de incentivo prevista na Lei n° 8.313/91, amplamente conhecida como Lei Rouanet.

Subvenções Sociais

 Subvenções Sociais são as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio de entidades beneficiadas, públicas ou privadas, de caráter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 3º da Lei n° 4.320/64.

A subvenção é concedida às entidades sem fins lucrativos que prestarem serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, de forma suplementar aos recursos de origem privada.

Auxílios

Os auxílios consistem em dotações derivadas da Lei do Orçamento que constituem transferência de capital para investimento, independentemente de contraprestação direta de bens ou serviços, conforme dispõe o artigo 12, parágrafo 6º da Lei n° 4.320/64.

As entidades sem fins lucrativos precisam preencher alguns requisitos para gozar do auxílio, dentre os quais destaca-se:

a) ser entidade de atendimento direto e gratuito ao público, voltada ao ensino especial, ou representativas da comunidade escolar das escolas públicas estaduais e municipais do ensino fundamental, ou ainda unidades mantidas pela Campanha Nacional de Escolas da Comunidade (CNEC);

b) ser cadastrada junto ao Ministério do Meio Ambiente;

c) direcionar-se para as ações de saúde e de atendimento direto e gratuito ao público, prestadas pelas Santas Casas de Misericórdia e demais entidades filantrópicas.

 

Incentivos fiscais para doação

Feitas por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações e obter vantagens fiscais podem promover:

(a) doações aos fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(b) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(c) doações destinadas à atividade audiovisual

As doações feitas por pessoas físicas diretamente a entidades do Terceiro Setor não são incentivadas.

Feitas por Pessoas Jurídicas

As Pessoa Jurídicas tributadas pelo regime do lucro real interessadas em fazer doações incentivadas, podem promover:

(a) doações para entidades, sem fins lucrativos, que possuam título de Utilidade Pública ou que sejam qualificadas como OSCIP;

(b) doações para instituições de ensino e pesquisa;

(c) doações destinadas a projetos culturais e artísticos;

(d) doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente;

(e) doações destinadas à atividade audiovisual.

As doações feitas por Pessoa Jurídicas tributadas pelo Simples ou pelo lucro presumido ou arbitrado não são incentivadas.

Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente

Doações de valores

 a) Por Pessoas Físicas

As pessoas físicas interessadas em fazer doações para os Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, nos âmbitos federal, estadual e municipal, podem deduzir o valor correspondente a 6% do valor do imposto sobre a renda devido.

Todavia, o valor correspondente a 6% é o limite máximo de dedução feitas aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente, aos projetos abrangidos pela Lei Rouanet e pelas atividades audiovisuais, não havendo aplicação de limites específicos dessas deduções.

b) Por Pessoas Jurídicas

 As Pessoa jurídicas interessadas em fazer doações para os Fundos podem o valor correspondente a 1% do valor do imposto sobre a renda devido. Podem doar aquelas tributadas com base no lucro real.

Doações de bens

As pessoas físicas e jurídicas podem doar bens aos Fundos. O valor utilizado para cálculo das deduções é aquele que serviu de base para o recolhimento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação – ITCMD.

As porcentagens de dedução são iguais às de doações de valores.

(do site http://www.terceirosetoronline.com.br)

7 DICAS PRA MUDAR A SEGUNDA-FEIRA

segunda-feiraJá é uma lenda, ou uma realidade, que muitas e muitas pessoas em todo o mundo dizem odiar a Segunda-feira. Meu amado Garfield, é um desses que durante anos ajudou e ajuda a propagar mais e mais esta idéia.

Na minha área de atuação nunca tive esse problema pois muitas vezes a Segunda era o meu Domingo. Muitas pessoas que trabalham com eventos, turismo, produções,cultura, artes não tem a Segunda-feira como vilã. Ponto pra nós.

Mas, na área de projetos e eventos tem muito  trabalhador que Sábado e Domingo estão de folga, que tiram férias, são normais (pessoal de eventos e projetos são workaholics ou worklovers…kkkkk) e que acabam também por incorporar o espirito do “odeio Segunda-feira”.

Pois bem, eu como nada tenho contra a segunda-feira, vim aqui para tentar ajudar aqueles que a odeiam a não persistir nesta idéia e assim melhorar a sua performance no trabalho e na vida. Veja meus pensamentos sobre o assunto:

images (2)1) “Conheça a si mesmo”– não existe frase mais “chavão” do que esta, mas também não existe frase mais perfeita para mudarmos o nosso mundo. Temos que olhar bem fundo e descobrir a verdade verdadeira de não gostarmos ou de nos sentirmos desanimados às Segundas. Faça essa pesquisa com você mesmo. Você pode até descobrir que não tem nada contra este dia e que só repete o que seus colegas falam. Pense nisso. 😉

2) Defina “O que você quer ser quando crescer além de salcicha”  – este é o título de uma palestra que faço com a intenção de orientar as pessoas, principalmente adolescentes e jovens, a saber o querem da vida e o que é de verdade a vida. Quando sabemos isso, é mais fácil entender que todos os dias são importantes. Assim, até as Segundas-feiras serão salvas. 🙂

images (1)2) Não divida sua vida em partes, ela é única – este é um dos maiores erros do ser humano. Divide todo dia a sua vida. Hora de trabalhar, hora de divertir, hora de almoçar, hora de descansar e além disso dá muito mais pontos para as horas de diversão do que para as horas de aprendizado ou de trabalho. Podemos sim “gerenciar” o nosso tempo para conquistar o que queremos. Mas não podemos dividir a vida, ela é única e apesar de alguns momentos serem mais duros ou difíceis que outros, todos são bons e importantes na construção do que queremos ser e conquistar. E as segundas fazem parte dela. Cada segunda perdida é menos um dia de vida bem vivido e com menos conquistas.

4) Não deixe para segunda o que você pode fazer na sexta – muita gente se empolga com a sexta-feira e acaba deixando o dia passar meio na brisa, leve, já no preparo para o happy-hour com os amigos e a curtição do fim de semana. Aí quando chega segunda, o trabalho é dobrado, tem coisa acumulada e a nossa “Segunda” é que paga o pato.

facebook-garfield-7b71875) Segunda não é o primeiro dia da semana, lembre-se de que é o segundo. O primeiro é o Domingo. Muita gente por causa dessa “perseguição” com a Segunda, acaba também por estragar o Domingão e já no fim do dia está em depressão. Aproveite então seu tempo neste primeiro dia, Domingo, e passe a pensar em como tornar a sua segunda-feira diferente, mais divertida. Invente um novo caminho, eleja a Segunda para conhecer um restaurante diferente. Almoce com os amigos. Leia textos de humor. Enfim, dê uma chance para a Segundona. 😉 😉

garfield-coffee-294x3006) As contas e os problemas financeiros. Sim, na sexta depois das 16 eles dão um folego e já na segunda voltam a te assombrar. Mas veja, o problema é sua administração financeira e não um dia da semana. Se bancos e movimentações financeiras funcionassem a partir de Terça-feira este dia que seria o vilão. Mas de verdade, o vilão são os seus problemas e ficar de mal humor na Segunda, só vai  ajudar a aumentá-los. 🙁

7) “Encontre um trabalho que você goste e nunca mais terá trabalho” – muita gente não gosta da segunda-feira porque volta ao trabalho. Bem, além do discurso de que é por causa desse trabalho que você paga as suas contas e bla bla bla, existe o prazer pelo que faz. Trabalhar é bom, mas você tem que ter achado o que gosta de fazer. Talvez a culpada não seja bem da Segunda-feira né? 🙂

Então é isso #ficaadica mas é você quem decide se vai liberar a “Segunda-feira” dessa prisão e então ganhar mais um dia de oportunidades na sua vida. 😉 🙂 🙂 🙂

images (3)Ah, mas se nada disso adiantar e você continuar a odiar a Segunda-feira, tome cuidado com o que posta em suas redes sociais, seu patrão ou seu concorrente podem estar de olho.

Gostou? Curta, Comente, envie SEUS COMENTÁRIOS e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉

PATROCÍNIO DESVINCULADO DE LEIS DE INCENTIVO

ResolviPATROCINIO escrever este texto pois há muito venho dizendo, ao pessoal da cultura principalmente, que elaborar projetos e procurar PATROCÍNIO não está vinculado ao cadastro em leis de incentivo ou editais. Projetos e patrocínio devem e acontecem independente de se cadastrar ou não em uma lei ou edital.

Para entender um pouco mais trouxe o primeiro “mecenas”: Gaius Maecenas ou Caio Cílnio Mecenas (68-8 a.C.), conselheiro do imperador Cesar Augusto o filho de Júlio César. Ele criou a sua volta a permanência de amigos intelectuais e artistas. Era um patrocinador de todos, tornando-se um modelo para vários outros governantes e pessoas importantes. Tudo isso sempre com a intenção também de melhorar a própria imagem. Desde então, com toda essa fama e modelo copiado, o termo “mecenas” se tornou adjetivo para aqueles que patrocinavam as artes e os seus artistas. E claro esse patrocínio veio sempre com a contrapartida da fama e da boa imagem para quem o fazia.

Passados muitos e muitos anos ainda hoje as belas artes e agora muito mais a cultura em sua totalidade abrangendo a culinária, patrimônio, línguas, costumes e tal, está ainda dependente, e com razão, dos “mecenas”, dos patrocinadores que por aí buscamos. O mecenato, ou PATROCÍNIO, tem basicamente três pontos de atuação: o marketing, o cultural e o social. Nas duas últimas áreas vem sendo desenvolvido e pensado os incentivos fiscais para que seja mais efetivo a participação de empresas e pessoas físicas. Ponto positivo.

Principalmente na área da cultura, no Brasil, temos leis federais, estaduais e municipais. As leis federais trabalham com incentivos às empresas e pessoas físicas através do IR, podendo o patrocinador descontar do imposto o valor patrocinado. As leis estaduais trabalham com incentivos através do ICMS. As leis municipais são variáveis de acordo com o município e trabalham com o IPTU e ISS para os incentivos. E a “grosso modo”, a empresa deposita na conta do projeto o valor X, guarda o recibo e na hora de pagar o imposto faz o abatimento de acordo com as normas.

Muito legal né? Só que com essa prática, e com o aumento dos cursos sobre projetos, produção, captação de recursos e outros, tem se deixado, erroneamente, a impressão de que as leis de incentivo e editais estão vinculados aos projetos e vice-versa. Com a quantidade de novos projetos e novas possibilidades estão quase todos, patrocinadores e patrocinados, VICIADOS em patrocínios apenas via leis de incentivo. Ponto negativo.

Quando se elabora e escreve um projeto o principal objetivo dever ser realiza-lo, de uma forma ou de outra. Muita gente me procura para auxiliar nos problemas com captação. Costumo dizer sempre que o mais fácil é escrever e aprovar um projeto, o difícil, mesmo é vender o projeto para um possível patrocinador. Portanto há de se entender que o patrocínio é a peça fundamental para realizar os projetos e para isso não necessariamente deverá acontecer vinculando uma lei de incentivo. Essa prática está viciando o mercado que cada vez só quer patrocinar se tiver um benefício fiscal.

 

A INTELIGÊNCIA é entender que PATROCÍNIO É DESVINCULADO DAS LEIS DE INCENTIVO. Patrocínio é uma via de mão dupla, é um ganha X ganha. Mas, sendo você o maior interessado, deverá então construir os argumentos necessários para o convencimento. Vender também é uma arte. E ela pode acontecer sem uma lei de incentivo e se por acaso houver, ela tem que ser a “cereja do bolo”. E sobre vendas falo na próxima vez.

Eu estou a disposição pra gente conversar e trocar Ideias.  Gostou? Curta, Comente, envie SEUS COMENTÁRIOS e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉

10 DICAS IMPORTANTES PARA REALIZAR OS PROJETOS

Segue aqui 10 dicas importantes que você precisa saber sobre projetos:

DICAS PROJETOS

  1. SE SEU PROJETO NÃO ESTÁ ESCRITO, NÃO TEM OS ORÇAMENTOS E CRONOGRAMAS DESENHADOS, VOCÊ NÃO TEM UM PROJETO, TEM SÓ UMA IDEIA. – Algumas pessoas têm idéias, fazem um pequeno resumo no papel, apontam as justificativas etc., mas não escrevem nada de prático. Isso não é um projeto, é uma ideia, não confunda. As perguntas que orientam para esta construção detalhada são: O que é, quanto é, para quando é, com quem é, como é e por aí vai.
  1. ESCREVA UM PROJETO PELO PROJETO E NÃO PARA UMA LEI OU EDITAL – Um projeto tem que atender a uma demanda visualizada no planejamento estratégico da pessoa, empresa ou instituição. A ação de desenhar e escrever um projeto, que custará seu tempo, deve ser alinhado com a visão geral do caminho a percorrer. Leis e editais são para viabilizar financeiramente os projetos que você sonha, que você precisa.
  1. PROJETO TEM COMEÇO, MEIO E FIM, ao contrário de uma empresa ou uma carreira que trabalhamos para que não tenha fim. Um projeto sempre tem um objetivo que, ao ser cumprido, finaliza as ações. Portanto, pensar nesse desenho é também pensar em uma boa finalização. Tem gente que faz projeto que nunca termina. Fica enrolado com prestação de contas, com finalização de fotos e vídeos etc. Isso é erro de planejamento.
  1. PROJETO TEM QUE CONTER A VERDADE, NADA MAIS DO QUE A VERDADE– Isso é muito importante para se aprender com relação aos projetos. Alguns acham que é difícil escrever, pois focam em argumentos e condicionamentos que tornam o “escrever um projeto” algo intocável. Para escrever coloque a verdade exata de como você vai fazer, o que vai precisar para construir e executar sua ação.
  1. PROJETO É UMA RECEITA DE BOLO – ao escrever um projeto escreva de forma que quem pegar o documento possa executá-lo. Ele é uma receita tem que ter todos os ingredientes e o “modo de fazer”. Para testar, dê pra alguém que não é da área ler. Se entender, maravilha, está pronto.
  1. PROJETO NÃO É TESE DE TCC – Um projeto não é uma tese para doutorado ou mestrado. Não deve ter linguagem rebuscada e deve ser de fácil compreensão. Deve ser claro, direto e prático. Somente na justificativa que é permitido dissertar sobre a importância, o contexto. Mas mesmo assim não deve ser extenso.  
  1. PLANEJE, PLANEJE, PLANEJE E DEPOIS ESCREVA – A parte mais importante na construção de um projeto é o planejamento. É nessa hora que há pesquisa de mercado, avaliação do contexto, discussão e mapeamento de riscos etc. Enquanto essa visão geral não for avaliada e processada não se deve finalizar o documento. Quanto maior a pesquisa, maior o acerto.
  1. LEIS DE INCENTIVO OU EDITAIS SÃO FÁCEIS DE ESCREVER E CADASTRAR –Nenhuma lei de incentivo ou edital é difícil de participar. Com o projeto pronto e escrito faça o que pede a lei ou edital. O que não pode é ter preguiça de ler, de buscar conhecimento. Mas, se está inseguro ou não tem tempo, sempre tem um bom produtor no mercado que pode escrever e cadastrar o projeto “com” você.
  1. CAPTAÇÃO DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS COMEÇA NO PLANEJAMENTO – Essa é uma parte também muito importante de saber. Na fase do planejamento é também a hora de pensar de onde virá o dinheiro e quais as possibilidade. E como esse dinheiro será gasto e como isso será comprovado. Estes dois itens bem planejados evitam muitas dores de cabeça.
  1. PROJETO É UM MEIO, NÃO É O FIM – Outra confusão que se faz e achar que ter projetos é fundamental para a sobrevivência do grupo, da entidade, do artista etc. Fundamental é saber “o que você quer ser quando crescer, além de salsicha” (risos). Fundamental é saber aonde quer chegar e criar um planejamento estratégico. Nesse planejamento poderá conter um ou mais projetos e estes devem ter relação com o que se pretende conquistar. E não o contrário.

E é isso. Espero que tenha sido útil. Gostou? Curta e comente. Mas principalmente, compartilhe “Conhecimento tem que circular”.

IMPORTANCIA DOS SENTIDOS NA PRODUÇÃO DE EVENTOS

Quando pensamos na elaboração de um projeto de um evento, onde as pessoas presentes deverão ser impactadas é importante pensarmos também nos cinco sentidos. Todo aprendizado acontece através das percepções sensíveis do nosso cérebro. Olfato, tato, paladar, visão e audição.  Então preparei uma pequena descrição, e lembrança, para te ajudar a ter ideias nos seus projetos.

OLFATO – através do qual sentimos diferentes odores e este nos remete a lembranças variadas. O olfato é um dos grandes responsáveis por perpetuar memórias, boas ou más.

TATO – os nervos sensoriais da pele, nos permite sentir frio, calor, umidade, estranheza, repulsa. Com o tato podemos sentir firmeza, delicadeza, fragilidade e outras sensações no que estamos comprando, recebendo, mostrando, interagindo.

PALADAR – a língua é formada por diversas regiões sensíveis aos sabores. Amargo, doce, salgado, azedo. O paladar manda vários recados para o cérebro, seja para estimular, acalmar ou irritar.

VISÃO – os olhos são as janelas da alma. Eles são usados para nós vermos o mundo. As cores, movimentos, imagens impactam o cérebro diariamente construindo conhecimento e lembranças.

AUDIÇÃO – Todos os sons do mundo, vem aos nossos ouvidos. Desde uma suave música ao som estridente de uma buzina. Os sons, tem muitos poderes e entre eles agitar ou acalmar uma pessoa.

Esse conjunto de sentidos é o que nos faz vivos. Ao elaborar um evento pense sempre em como pode incluir ou aprimorar itens para que essa viagem pelos sentidos seja de prazer, de boas lembranças e de conforto. Faça um evento inesquecível.

Detalhes como uma boa estrutura de som para não ficar cansativo, peças e decoração bonitas e confortáveis, designer para encantar os olhos, comidas de alta qualidade ainda que simples, materiais de qualidade e condizentes com o evento. Use perfumes ou não deixe que odores ruins se propaguem. Como sempre digo “o diabo mora nos detalhes”. Faça sua lição de casa e use a inteligência para criar projetos e eventos espetaculares e inesquecíveis. Simplesmente encante seu público pelos sentidos.

Gostou? Curta, comente, envie seus comentários e dicas. Mas principalmente compartilhe, CONHECIMENTO TEM QUE CIRCULAR. 😉